Que abaixo de mim corra gigante e indiferente
Sobre a veia a correr, o despedaço de mim,
Então que toque a discórdia, suave afago a mim esfarrapa,
Nesse rumo sem rumo, a olhar para trás, às veias a correr,
E desaparece, litiga aos braços meus que não alcançam,
Ululante à dor que fica, que não desaparece borbulhante
Que dentro de mim ecoa, imponente,
Sob a vela a desbravar, o reencontro de mim,
Então que urja, vontade de potência, grito de minha quimera,
Nessa realidade irreal, a fechar os olhos, às veias correntes,
E desapareço, intrínseco, aos braços meus que não precisam alcançar,
Ultrajante à dor que fica, a realidade, que morre num moribundo borbulhar