Ao breu de minha célebre ignorância,
Despejo lâminas a rasgar o véu tão desejável,
À tu nua e pura insipiência, dama das profundezas,
Fraqueza aos pensares, incumbência aos pesares,
De perceber-se neste ignóbil mundo de súplicas,
E levantar-se deste inglório mundo de quimeras,
Fluente a nós desconhecidos, imundos de paixões,
Das loucuras profanas à razão que nos insiste,
Das troces que restam a tu, da sábia irracionalidade de viver
Ao caos de simplesmente não saber,
De nada, até que o sonhar nos prove o contrário