terça-feira, 9 de março de 2010

Ao que me dista de tu, o melancólico repugno de meu coração,
Nostálgico às perduráveis fantasias,
Viventes em mim, que antes sonhava,
No eu, protagonista hipocondríaco do frágil porvir,
Ao pejoro do querubim que me feriu,
E abandonou à custa latente da dor, a pior maléfica às quimeras,
Ofensa ao rútilo da ferida que é não te ver em mim,
No coração que eu lhe dei, recluso às batidas que hei,
De dedicar pra ti, de esperar no meu peito carente de tu