quarta-feira, 24 de março de 2010

Numas ruas de março, de tortos ladrilhos ranzinzas,
Meus passos, filhos da boemia vacilante de poesias,
Temem o último suspiro à tua contemplação,
À tua janela, mórbido anteparo de mim,
Meus passos, exímios vacilantes,
Tremem ao único gole à inebries de você

Numa noite de nuvens cinzas,
Deixai-me desfrutar de teus olhos,
Fruto perdido ao vão de meus vacilos,
Ao teu rosto nostálgicos, os poemas tardios
Ao teu sorriso, verso atrevido ao vazio de meus ladrilhos, poemas vadios,
A suposta cura inefável, teu luar aos meus suspiros, versos insóbrios,
E embriagarei-me de ti