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terça-feira, 2 de março de 2010
Aos arautos da realidade, que não me faltem nunca
Daí eu percebo o quanto estou certo
Prefiro tocar a minha música
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Ao breu de minha célebre ignorância,Despejo lâmina...
TangoA última despedida aos ventos do porto,Paixão...
Numas ruas de março, de tortos ladrilhos ranzinzas...
Soa o vento, bucólico sopro do leste,Que nos busca...
Se eu fosse um músico,Dedilharia em meus dedos as ...
Sobre a paixão, poupo esse desajuste que há em mim...
Ando e busco, a que pouse em mim, dito o refugio,N...
Ao sono irrompe a mais bela manhã,Os pássaros cant...
Dias tediosos de Janeiro, domingo ou verão,O iníci...
Entra em meu peito tal uma faca afiada,A derramar ...
Ao que me dista de tu, o melancólico repugno de me...
Quando as coisas tão simples eram a essência de mi...
Pulsos de sangue sujo brotam-lhe dos olhos,Palavra...
Em farrapos, descanso inerte,O desabrigo causa a d...
Aos arautos da realidade, que não me faltem nuncaD...
Que abaixo de mim corra gigante e indiferenteSobre...
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