terça-feira, 16 de março de 2010

Ao sono irrompe a mais bela manhã,
Os pássaros cantam, tão inocentes,
Em tributo ao dia vindouro, mas eu hei de esquecê-los,
Cantante ou mais, em minha mente invadida por ti

Persegue-me tu, amável aos cantos que vou,
Apaziguante às chamas, e falho, egoísta,
De não te querer ao mundo que pertences,
De sonhá-la à sorte dos que te cercam

E o meu coração queima!
Quando me aquietar o espírito, não terei mais dúvida,
E me sussurre que o dia não mais será sem tu,
Nos sonhos e aos cantos que o mundo nos deu

E me restará apenas te perder,
Mas enquanto eu andar sob este céu,
Só me restará dedicar a ti o meu coração, teu reflexo em mim,
E te oferecer o mundo, prova dos meus sonhos de você