Nos subúrbios da cidade
Embriagada luz amarela,
Que me torna ébrio
Com um simples toque
De sua alegre cordialidade
E me afaga com um calor maternal
Em um bar e sua hospitalidade
Matriz da noite, dançando à passos discretos
Ao som de um saxofone
Através da monotonia de uma madrugada
E a própria lua
Como ''O Flautista de Hamelin''
Nos hipnotiza com sua música dançante
E atrai, essa sereia, nua e crua
Ao júbilo de estrelas e anjos
Ressaca do mar
Ressaca dos homens
Esplendorosa fonte de inspiração
E tantos homens a tentam conquistar
E tantos homens a tentam esquecer
Num ritual de ilusão
Através de uma monótona madrugada
Em um wonderful world
Ah, quem me dera.
E que façamos um brinde a ela