...eu
Insone ao entardecer em meus paradoxos
Inertes os olhos que choram, de rir de tão triste
Insana a boca, seca de falar em tanto remorso
Inato perfume em preste, e falha, em riste
Em nobre embuste aos sofismas,
Em sofisticadas vestes aos teoremas,
Em rotas que restem as hipóteses,
E em tu drenam as apoteoses...
De esvaídas tardes minhas
De recaídas torpes tinhas,
Deveras sordidezas,
Deveras realezas
Suas incertezas,
Sua certeza,
Me reza,
Bruma,
Lesa...
Insone ao entardecer em meus paradoxos
Inertes os olhos que choram, de rir de tão triste
Insana a boca, seca de falar em tanto remorso
Inato perfume em preste, e falha, em riste
Em nobre embuste aos sofismas,
Em sofisticadas vestes aos teoremas,
Em rotas que restem as hipóteses,
E em tu drenam as apoteoses...
De esvaídas tardes minhas
De recaídas torpes tinhas,
Deveras sordidezas,
Deveras realezas
Suas incertezas,
Sua certeza,
Me reza,
Bruma,
Lesa...